O
ser humano não tem a capacidade de controlar seu pensamento e costumam levar
seus problemas de trabalho para a cama, enquanto deviam estar renovando suas
forças ficam remoendo esses problemas, durante a manhã eles ficam de mau humor
e fazem cara feia para o menor obstáculo. Para evitar que isso aconteça,
devemos adotar uma filosofia de vida melhor, um dos trechos que melhor define
essa filosofia de vida melhor seria: “Um
sábio só pensa em seus problemas quando existe um sentido em fazê-lo, no
restante do tempo pensa em outras coisas e, à noite, na cama, em nada pensa”.
Pg. 56. Nessa parte da leitura, me
fez relacionar com os problemas cotidianos e medos que sempre deixo para pensar
quando realmente tenho que enfrentá-los, afinal nossos êxitos e fracassos só
dependem de nós e só importam para nós.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
A fadiga como epidemia humana
Durante
essa leitura, conclui que a fadiga não se prende apenas a classe social mais
baixa, pois é comum a todas as pessoas, por exemplo, donos de empresas só
alcançam boas posições hierárquicas depois de muita dedicação, ao alçarem seu
êxito já estão no auge de sua tensão nervosa e acostumados com a ansiedade que
não conseguem mais livrar-se dela. Até mesmo nas horas sem trabalho, levam uma
vida exausta e sempre estão cansados que já não conseguem sentir prazer sem a
ajuda do álcool, tornando pessoas insensatas.
É tão comum ver em nosso cotidiano, pessoas que de alguma forma buscam
uma válvula de escape para escapar da fadiga. Deixando de lado os homens ricos,
o cansaço decorrente do trabalho árduo para ganhar a vida, leva a fadiga
resultante de preocupações o que pode ser mudado com uma filosofia de vida
melhor.
Esgotamento Nervoso: todos sob pressão.
O
esgotamento nervoso é um dos tipos mais graves de fadiga atualmente e são
vários os fatores que o condicionam comum à vida de trabalhadores da sociedade
moderna, por exemplo: ruídos ao qual somos expostos durante o trajeto do
trabalho, o contato involuntário com indivíduos nos meios de transporte, pressa
e as longas horas de trabalho. Ao chegar ao trabalho já estamos tão nervosos e
mal humorados que prejudica não somente a produção no trabalho como a relação
com as pessoas de nosso convívio. Relacionei a segunda parte da leitura com a
música paciência – Lenine: “Enquanto o tempo acelera e pede pressa, eu me recuso faço hora vou na
valsa, a vida é tão rara…”, devido a pressa e o estresse
cotidiano, precisamos ser mais pacientes para assim melhorar nosso desempenho
no trabalho, com os amigos e a família.
A fadiga em contradição
Durante
leitura inicial do capitulo, entendemos que a fadiga não pode ser usada apenas
como sinônimo de cansaço, mas se não for excessiva pode contribuir para a
felicidade, proporcionando horas de sono bem dormidas, bom apetite e
acrescentando prazeres nos dias sem trabalho. Exceto nas condições desumanas de
trabalho que mulheres e até mesmo crianças são submetidas, não só nas condições
de trabalho da Revolução Industrial, mas na realidade atual também. Devido à
melhoria das condições industriais no mundo inteiro, a fadiga física reduziu
bastante. A leitura atende minhas expectativas, concordo que a fadiga não só é
causa da infelicidade, mas também motivação para proporcionar a felicidade,
provocando a reflexão da influencia do trabalho na saúde e qualidade de vida
das pessoas.
Proposta de leitura “A Fadiga” em A conquista da Felicidade
Acerca
da proposta de leitura, a primeira impressão que tive é de um livro como já
adianta o autor, como uma reunião de comentários do senso comum para conquistar
a felicidade através de uma boa orientação. Li boas coisas sobre o autor
Bertrand Russel e suas contribuições então espero encontrar, um livro não
totalmente teórico, mas que desperte certa identificação, já que o tema por ele
tratado é comum a todos.
Semântica e Pragmática - AutoRetrato Aline Aureliano Alves
Proposta de atividade vinculada a disciplina de Semântica e Pragmática, realizada no segundo semestre de 2015 pela aluna Aline Aureliano Alves com orientação da Professora Deborah Gomes de Paula e sob coordenação da professora Joana Ormundo do curso de Letras Licenciatura, Campus Vergueiro da Universidade Paulista - UNIP, campus Vergueiro.
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